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Lleyton Hewitt: ‘Não há nada que Federer e Nadal não possam fazer’

Domingo, 10 de dezembro 2017 às 13:19:53 AMT

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Tênis Profissional

Muitos são os que opinam sobre o tênis e os jogadores de hoje. Dentre essas opiniões divergentes, algumas pessoas possuem maior autoridade e conhecimento de causa para falar do esporte. Uma dessas pessoas é Lleyton Hewitt, que concedeu uma entrevista ao Sky Sports.



“Não sei se serão tão dominantes como já foram”, afirma Hewitt sobre o sérvio Novak Djokovic e o britânico Andy Murray. “Para eles será apenas retornar ao ponto em que estavam há alguns anos, ainda que não seja tão fácil. Eu nunca duvidaria de jogadores deste nível”.

Hewitt ainda fala sobre as chances que o sérvio e o britânico retornem em sua melhor forma. “Ambos sempre jogaram muito bem na Austrália. Jogaram bem em condições de calor e especialmente em partidas noturnas na Rod Laver Arena. Se puderem passar da primeira semana e se conseguirem recuperar seu ritmo, será muito difícil superá-los”

O australiano seguiu no assunto do Australian Open, que está prestes a ter uma de suas edições mais interessantes, na qual veremos o retorno de alguns dos maiores tenistas do planeta após meses afastados das quadras por diversas lesões.

“Desde já estamos diante de uma edição interessante. Temos Stan Wawrinka, Milos Raonic e Kei Nishikori, vários jogadores retornando de um repouso prolongado causado por lesões ou cirurgias de fim de temporada”, ampliou Hewitt, comentando a lista de tenistas que retornam ao circuito no torneio que em 2017 foi dominado por Roger Federer e Rafael Nadal.

“Uma final entre esses dois é algo em que ninguém havia pensando, mas todos sabemos como eles são, não são normais. Especialmente Roger, tendo em conta sua idade e vendo a maneira como começou o ano. Ele foi capaz de parar no tempo e inclusive voltar a vencer Rafa. As partidas de 2017 são, sem dúvidas, as melhores que fez contra Nadal, de forma que eu tenho certeza que não há nada que esses dois não possam fazer”, comentou o australiano, demonstrando sua admiração a dois dos maiores rivais que teve em sua carreira.

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