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Djokovic aprova Masters 1000 no Rio, mas desconversa sobre dívida do Governo

Quinta, 11 de maio 2017 às 13:04:11 AMT

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Tênis Profissional

Por Fábio Aleixo, em Madri - Novak Djokovic não sabia dos planos do Rio de Janeiro em ser sede de um Masters 1000 no futuro até ser questionado pelo Tênis News nesta quinta-feira em Madri. O sérvio, porém, se mostrou favorável a possibilidade.



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O número 2 do mundo citou o sucesso dos Jogos Olímpicos como um fator que contribui para o Brasil neste pleito. Ele, entretanto, afirmou que será uma missão dura para a cidade conseguir uma data no calendário da ATP.

"Esta é a primeira vez que escuto sobre o Rio querendo um Masters 1.000. É excelente. Por que não? Quanto mais pedidos e mais cidades tenhamos pleiteando um torneio assim, melhor para o nosso esporte. Isso significa que o tênis está crescendo em popularidade novamente no Brasil. Os Jogos Olímpicos obviamente ajudaram. O torneio de tênis foi fantástico", afirmou o tenista.

"Se vai acontecer ou não, eu não sei. Temos que esperar pelo próximo Conselho para discutir isso. Obviamente há muitas cidades que gostariam de tê-lo. Há muitas solicitações. Não é fácil satisfazer a todos e dar a todos uma oportunidade, pois nosso calendário é complexo. Os torneios têm donos diferentes, sejam públicos ou privados. Não é assim tão fácil dar um Masters 1.000 para alguém", prosseguiu.

"Temos de olhar diferentes aspectos, se será em quadra dura, no saibro, e como isso afetará outros torneios e aos jogadores. É sempre uma aposta".

Recentemente, no torneio de Miami, o presidente da Rio-Tur, Marcelo Alves, fez reuniões na competição pleiteando o evento no Rio. Sabe-se que em 2019 haverá uma nova era do tênis com várias possíveis mudanças de calendário.

Questionado também sobre os US$ 650 mil (cerca de R$2,04 milhões) devidos pelo Governo do Rio pela exibição com Guga no Maracanãzinho, em 2012, ele desconversou, assim como já havia feito em outras oportunidades. Em 5 de outubro do ano passado, uma decisão judicial obrigou o órgão a quitar a dívida em um período de dez dias. Porém, parece que nenhuma solução foi encontrada até agora.

"Não tenho muita coisa nova a comentar sobre isso, pois não tenho notícias Apenas que tive uma das melhores épocas da minha vida quando estive no Brasil pela primeira vez, em 2012, para fazer esta exibição", completou.

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