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Haas agradou o circuito WTA na direção de Indian Wells. Wozniacki é só elogios

Terça, 21 de março 2017 às 10:59:10 AMT

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Tênis Profissional

A contratação do alemão, ex-top 2, Tommy Haas, para a direção geral do Masters 1000 e WTA Premier Mandatory de Indian Wells, rendeu a organização do evento elogios por parte das meninas, que foram alvo de críticas do antigo diretor.



Na edição 2016, o então diretor geral do torneio californiano, Raymond Moore, declarou que as jogadoras tinham "sorte" e deveriam agradecera "Roger Federer, Rafael Nadal e companhia" o fato de elas receberem premiação igualitária no torneio.
A declaração não pegou bem. Gerou muita polêmica a época e viu as principais estrelas da WTA e mesmo a própria organização, reagirem de maneira incisiva.

"Foi uma situação estressante, ou apenas uma situação em que falamos muito sobre, e então meio que desapareceu", disse a alemã Andrea Petkovic relembrando o episódio.

Já a ex-número um do mundo e uma das líderes do 'movimento' que luta pela igualdade nas premiações, Venus Williams, destacou que "pessoas cometem erros", mas destacou sua felicidade para com o torneio que "representa a igualdade e não tolera tratamento desigual", em suas palavras. 

Vale lembrar que entre 2002 e 2015, Venus boicotou a disputa em Indian Wells, em virtude do tratamento racista que recebeu por parte da torcida na semifinal jogada em 2001. Curiosamente, ela retornou na edição 2016, que promovia a equidade de premiações.

Moore foi demitido na semana após o fim da competição ainda em março de 2016 e para seu posto, em junho, foi anunciada a contratação de Tommy Haas, que em sua primeira incursão na direção do torneio, assistiu a muitos jogos da WTA e esteve muito próximo a jogadores e jogadoras. O que rendeu-lhe elogios das finalistas Elena Vesnina e Svetlana Kuznetsova, na premiação.

"Gostaria de agradecer em especial Tommy Haas. È sempre muito especial vir até aqui jogar, gostamos muito do torneio e você fez dele uma experiência incrível", disse a campeã Vesnina.

Ao jornal The New York Times a ex-número um do mundo, Caroline Wozniacki, que caiu na terceira rodada do torneio, foi só elogios: "Acho que eles fizeram a coisa certa ao contratar Tommy Haas como diretor". 

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