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Nadal enea em Barcelona e Monte Carlo. Murray dono de Madri

Sexta, 23 de dezembro 2016 às 16:45:22 AMT

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Tênis Profissional

Os meses de abril e maio não estiveram longe das polêmicas do tênis. Na abertura da temporada sobre o saibro, Nadal voltou a jogar muito bem, vencer títulos, mas parou na melhora de Murray no piso diante de sua torcida. Doping e sexismo seguiram na pauta.



O mês de abril seguiu com as repercussões da polêmica opinião do ex-diretor de Indian Wells a respeito da premiação igualitária entre homens e mulheres. Svetlana Kuznetsova foi a primeira a soltar o verbo no mês e declarou que jogando homens podem constituis família, mulheres não. O treinador de Novak Djokovic, Marian Vajda defendeu prêmios iguais.

Enquanto isso, Djokovic abriu processo contra o Estado do Rio Janeiro que não o pagou por uma exibição em 2012 e sagrou-se campeã do Masters de Miami igualando-se a Andre Agassi. No feminino, Victoria Azarenka conquistou o tricampeonato em Miami e igualou-se a Steffi Graf e Kim Clijsters

Nesta época do ano, Djokovic tinha mais que o dobro de pontos do segundo colocado da ATP, Andy Murray.

O desfecho de um dos maiores escândalos envolvendo um atleta do tênis foi a expulsão de Bob Hewitt do Hall da Fama do Tênis após ser condenado por estupro.

No Brasil, Larri Passos soltou o verbo ao afirmar que o tênis brasileiro está estagnado e pediu a saída de Jorge Lacerda da presidência da CBT. Lacerda retrucou: 'parou no tempo.
O mês marcou o retorno de Roger Federer às quadras após 10 semanas parados para uma artroscopia no joelho. A partida foi uma vitória sobre Guillermo Garcia López, na estreia do Masters de Monte Carlo. O torneio monegasco marcou o retorno de Carlos Bernardes arbitrando jogos de Rafael Nadal. Djokovic caiu na estreia para surpresa de todos diante de Jiri Vesely. Nadal levantou a taça em Monte Carlo pela nona vez. Nono título para ele também em Barcelona.

O caso de doping de Maria Sharapova ainda era assunto. Após muitos casos pela mesma substâncias, a WADA decidiu anistiar alguns atletas. os advogados da russa não gostaram. Caso de Sharapova foi revisto pela ITF.

Em polêmicas sobre doping, Nadal abandonou coletiva de imprensa, após pergunta sobre o tema. Enquanto o fundador da WADA comparou o discurso de Djokovic ao de Louis Armstrong, ex-ciclista, protagonista do maior caso de doping da história. Daí, Nadal pediu para que todos os exames antidoping fossem públicos.

Já o russo Daniil Medvdev ganhou holofotes ao ser desclassificado de um torneio por ato racista.

Em Madri, o dono do Masters local, Ian Tiriac se disse a favor de premiação igualitária, mas com ressalvas. Ali, Simona Halep foi a grande campeã. Djokovic venceu a chave masculina.

Já em Roma, Bellucci aplicou um pneu pra cima do líder do ranking, Djokovic, mas levou a virada. Sérvio se disse espantado com o brasileiro. Paulista viu Nole sair do buraco. Serena Williams foi a tretacampeã. Andy Murray foi campeão.

No Brasil, Marcelo Demoliner foi pego no antidoping e pegou três meses de punição.

Em Roland Garros, chuvas acima do normal para a região de Paris atrapalharam e muito a programação do Slam parisiense Diretor pediu reforma urgente do complexo. O Slam, cometeu gafe e anunciou a aposentadoria da italiana Francesas Schiavone. Torneio foi palco de barraco protagonizado pro Alizé Cornet em quadra.

Mas não parou por aí, Ernests Gulbis rasgou o verbo em relação a tratamento desigual no tênis por parte da organização do torneio. O letão ainda chamou Jogos Olímpicos de "sessão de turismo".

Serena venceu Teliana e reclamou dos gritos da brasileira. Nadal viu-se obrigado a desistir do torneio lesionado. Más condições de quadra, fez Gulbis e David Goffin abandonarem uma partida.

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