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Berdych tem 'apagão' no 3º set, mas bate Zverev e está nas oitavas de Wimbledon

Domingo, 03 de julho 2016 às 13:27:41 AMT

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Tênis Profissional

O tcheco Tomas Berdych, 9º do ranking mundial, superou, na tarde deste domingo, o alemão Alexander Zverev, 28º colocado, por 6/3, 6/4, 4/6 e 6/1, em 2h39min, e passou às oitavas de final de Wimbledon pela oitava vez na carreira.



Na próxima fase, ele enfrentará o vencedor o tcheco Jiri Vesely, 64º, que acabou com a jornada do português João Sousa, 31º favorito ao título, em Wimbledon, com parciais de 6/2, 6/2 e 7/5, em 1h33min. Sousa conseguira a primeira vitória de um português na história da grama sagrada do All England Club. Na segunda rodada, de quebra, obteve mais um triunfo, maximizando seu feito. Entretanto, hoje, João não foi páreo para o canhoto Vesely.

Tomas construiu a base de sua vitória nos dois primeiros sets, dominando as ações, aproveitando uma chance de quebra em cada uma e ditando o ritmo das parciais com seu saque.

Ele começou a terceira etapa jogando em alto nível, gastando a bola em seu primeiro game saque. Até que, no terceiro e quarto games, sofreu um apagão: errou oito bolas e deu seu saque para o adversário, pela primeira vez na partida. O tenista de 19 anos, que de bobo não tem nada, sentiu e aproveitou a oportunidade, que até então não aparecera.

Os dois tinham muita dificuldade confirmando seus serviços, e games longos não eram raridade. Após batalhar no sexto game, o top 10 levou mais de dez minutos, mas tomou o break de volta: 4/3. A parcial seguiu empatada, mas, no 4/5, Alexander foi agressivo e, contando com dois erros do oponente, diminuiu a vantagem para 2x1. Muita vibração do tenista de Hamburgo.

A alegria durou pouco, porém. Depois de um início animador, servindo bem e pressionando o tcheco no segundo game, Sascha perdeu seu saque num longo terceiro game. 2/1. Daí pra frente, seu pior lado transpareceu, e todos na quadra central e na televisão viram que ele ainda tem 19 anos. Imaturo, não voltou a se esforçar totalmente em nenhum momento, tornando-se presa fácil para Berdych, que, ao contrário de Zverev, há mais de uma década goza de estabilidade entre os grandes tenistas do mundo.

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