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Programação é a (boa) dor de cabeça do Rio Open

Quinta, 14 de janeiro 2016 às 17:02:39 AMT

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Tênis Profissional

Por Fabrizio Gallas - Um dia de um bate-papo com Luiz Carvalho, o Lui, diretor do Rio Open, maior torneio da América do Sul que começa com o qualificatório no próximo dia 13 de fevereiro esclarecendo alguns pontos importantes desta terceira edição.



A programação é o ponto que mais vem dando dor de cabeça para a organização do evento que terá sua chave mais forte com Rafael Nadal, David Ferrer, Jo Tsonga, John Isner, Dominic Thiem, Jack Sock entre outros forte nomes, quatro deles entre os 11 melhores do ranking no masculino mais Teliana Pereira e Eugenie Bouchard no feminino.

"Teremos uma dor de cabeça esse ano que é a programação com esse número de bons atletas em como alocar todas essas feras para a quadra central do Jockey nos primeiros dias", destaca.

Por conta da longa programação de seis jogos e o problema de sexta-feira no ano passado com o dia terminando às 3h e com muitas críticas dos atletas, inclusive Rafael Nadal, a organização reduziu para quatro partidas na central sendo que uma delas tem que ser uma do torneio feminino.

"A ideia é colocar a Teliana num dia e a Eugenie Bouchard no outro na central e no masculino primeiro vai depender muito do sorteio, no primeiro dia deveremos ter uns 5 jogos da primeira rodada e os 11 restantes na terça. Vamos ver as exigências de cada um e como eles vêm da semana anterior. Já falei inclusive com o Bellucci pode ser que ele jogue na segunda ou dependendo da circunstância pode até jogar na quadra 1", afirma Lui.

A quadra central terá a capacidade igual a dos últimos anos, para 6,2 mil lugares e a 1 para mil espectadores e sem transmissão de televisão assim como 2015.

De acordo com a organização ainda restam ingressos para os três primeiros dias, mais de 50% da lotação de segunda e terça-feira: "Nosso objetivo é ver o torneio cheio o dia todo e quem comprar os bilhetes ainda restantes nesses dois dias verá todo mundo jogando e treinando, os dois primeiros dias é o burburinho do torneio. Estamos muito satisfeitos com as vendas, em coisa de três horas vendemos sábado e domingo".

"Acreditamos que os 6,2 mil lugares são ideais para o Jockey, poderíamos ter um estádio até um pouco maior, mas nosso medo é que percamos em qualidade na questão de serviços e queremos oferecer a melhor experiência possível, então esse número achamos o ideal".

Além destas novidades o torneio terá o Leblon Boulevard maior com mais serviços e opções de comida tais como batata frita, pipoca gourmet para os espectadores e haverá um bar em frente quadra central, o bar da Stella Artois onde os torcedores podem desfrutar de um lounge com telão, desfrutando de uma boa bebida e no clima da atmosfera da partida. Os banheiros também serão aprimorados.

 

 

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