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Academia de Ferrero abre ao público, mas exige teste para COVID-19

Quinta, 14 de maio 2020 às 10:15:00 AMT

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A academia do ex-número 1, Juan Carlos Ferrero, Equelite, que fica localizada em Villena, na Espanha, iniciou as etapas de sua abertura ao público e exigirá exames para COVID-19. Tenistas como o brasileiro Jordan Correa ficaram de quarentena na academia.



Em entrevista ao jornal espanhol Marca, Ferrero, que vive com a família (Esposa e dois filhos) nas dependências da academia e viveu sua quarentena ao lado de atletas anuais, como o brasileiro Jordan Correa, comentou a primeira fase de abertura: "Estamos acostumados a ter muita gente diariamente circulando pela academia, de todas as partes do mundo e fazendo uso dos nossos muitos serviços: restaurante, fisioterapia, academia, claro que para praticar tênis e outros esportes... COnciliar tudo isso é muito difícil".

"Esta semana abrimos o local ao público, seguindo todas as normas e recomendações: fazemos na entrada, uma conversa prévia (feita por profissionais da saúde), medimos a temperatura e fazemos a desinfecção e outros para entrar. Além disso, limitamos o espaço da academia pra eles, para evitar que se aproximem dos jogadores anuais, quue seguem confinado conosco e iniciando uma pré-temporada para lidar com o novo calendário competitivo", destacou o campeão de Roland Garros 2003.

"A partir da próxima semana, seguindo os limites de mobilidade que será estabelecido pelo governo, nossa ideia é permitir a entrada de novos jogadores internos (que dormirão na academia). Para isso será obrigatório a realização de um teste a todo e qualquer profissional novo que queira vir, tudo isso para garantir a segurança dos internos. Também farão os testes os trabalhadores que forem sendo re-incorporados as suas atividades", completou.

"O objetico é garantir um entorno seguro para todos os clientes. Temos a ideia firme de poder  realizar nosso 'Campus de Treinamento' como em todos os verões,  ainda que seja com um limite de participantes muito menor", explicou Ferrero que contou que tem esperanças de receber para o programa estrangeiros, que formam, na média, 70% de seus clientes".

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