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Com paralisação, Top 100 Romboli dará clínicas e aulas como alternativa

Segunda, 16 de março 2020 às 22:24:03 AMT

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Tênis Profissional

Por Fabrizio Gallas - Com as pelo menos seis semanas de paralisação do circuito por conta do coronavírus, os tenistas brasileiros estão ou entrando de férias ou buscando alternativas para se manterem ativos e também se manterem no circuito quando o mesmo retornar.



É o caso de Fernando Romboli, nascido no Rio de Janeiro, mas que mora desde pequeno no Guarujá. O tenista vinha em sua melhor fase e entrado no mês passado no top 100 de duplas, ocupa hoje o 93º lugar, e anunciou em suas redes sociais que dará aulas para não ficar no prejuízo.
"Não cheguei a colocar na ponta do lápis (o quanto irá perder) mas por ser a época dos Interclubes na Europa seria aonde eu faria um “caixa extra” para o resto do ano, pois sabemos que considerando só o prizemoney dos torneios fica difícil pagar as contas", disse o duplista e quarto melhor do Brasil.

"Com essa pausa eu sigo treinando todos os dias, tanto a parte física como quadra. Eu tenho quadra no prédio onde moro e também a academia do meu tio em Santos, onde comecei a jogar", seguiu o jogador que durante fevereiro havia disputado o Rio Open mais ATPs de Santiago, no Chile, Córdoba e Buenos Aires, na Argentina.

Sobre a questão do ranking, que ainda não foi decidida pela ATP, Romboli acredita que o congelamento seria o ideal: "Essa situação pra jogadores do meu ranking é bem preocupante, nosso prizemoney (duplistas) e pontos são conquistados com volume de torneios, diferente de jogadores melhores ranqueados que jogam menos torneios com grande prizemoney e pontos. Sou a favor do congelamento sim, não sei por quanto tempo. Não digo que os pontos desse período tenham que durar um ano completo porém alguns meses pelo menos, imagina aquele jogador que tem muitos pontos nessa época, não terá a oportunidade de defender e perderá seu ranking".

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