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Roxane supera cansaço e vence na estréia do Gerdau

Terça, 20 de março 2007 às 17:57:09 AMT

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Tênis Juvenil
Cansada, mas feliz. Este foi o sentimento da paulista Roxane Vaisemberg na tarde desta terça-feira, após a partida de estréia da categoria 18 anos da Copa Gerdau Citigroup de Tênis. Jogando na quadra coberta da Associação Leopoldina Juvenil, Roxane venceu Olivia Bennett, de Trinidad Tobago por 6/1 e 6/4, e avançou à segunda rodada do torneio que está sendo realizado na capital gaúcha.

Mas não foi uma vitória fácil. No segundo set, Olivia Bennett abriu uma vantagem de 4/1 e Roxane precisou usar de sua experiência para virar o placar.

"Primeira rodada sempre é difícil. Senti um pouco o cansaço pela série de jogos, mas no final deu tudo certo. Ali, no segundo set, eu estava mais preocupada comigo do que com o jogo. Aí foi o momento de entrar mais na partida e passei a errar menos. Foi bom para a estréia", disse Roxane. Na próxima partida ela enfrentará a paraguaia Isabella Robbiani, que venceu Ayram Edery, da Venezuela, por duplo 6/3.

FAVORITO DOS 16 ANOS VENCE - Desta vez, José Pereira Silva Júnior não pretende deixar escapar o título da categoria 16 anos da Copa Gerdau Citigroup, já que no ano passado ele ficou com o vice-campeonato. O tenista pernambucano, nascido em Santana do Ipanema (“Só eu e a minha família sabemos onde fica”, brinca ele), mas residente em Itajaí, Santa Catarina, estreou com um duplo 6/0, a chamada “bicicleta”, sobre o uruguaio Federico Rodriguez.

Independente dos resultados na Copa Gerdau Citigroup, ele se prepara ainda para viajar à Europa em junho. "Estou ansioso e com um frio na barriga", revela o tenista, que obteve classificação graças ao excelente desempenho no Circuito Cosat. José Pereira ganhou quatro etapas, na Venezuela, Colômbia, Equador e Peru.

O tenista de 16 anos já esteve no Velho Continente há dois anos. O frio na barriga, detalha ele, é mais para saber como será o seu desempenho contra adversários que enfrentou aos 14 anos. "Todo mundo evoluiu e quero ver como me sairei. Espero que junho chegue rápido", afirma.

O jogador reconhece que está ficando cada vez mais difícil conciliar os estudos com a profissão que escolheu seguir. Ele diz só conseguir comparecer às aulas duas vezes por semana, nas terças e quintas. Estuda mais através de apostilas. E mesmo os namoros ficam prejudicados. "O negócio", segundo ele, "é ficar com as garotas durante os torneios, sem se apegar", completa.

Fonte: Assessoria de Imprensa De Zotti
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