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Diário de Salinas - A viagem até o Equador

Sábado, 03 de março 2007 às 01:25:21 AMT

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Tênis Profissional

Por Fabrizio Gallas - Direto de Salinas (Equador) -

Chegar ã cidade de Salinas não é das tarefas mais fáceis principalmente após os problemas ocorridos na aviação brasileira com a venda da Varig. Antes somente a companhia tinha vôos regulares para o Equador, hoje temos que pegar conexões saindo pela Colômbia, Peru ou Panamá, três das mais perto. Preferi a última e depois de um longo dia cheguei.

Primeira parada antes de chegar a Salinas é a capital do comércio livre, do porto livre, sem impostos, o Panamá. Antes ao se aproximar do aeroporto vejo o contraste da linda paisagem das montanhas no norte da América do Sul e a imensidão do mar (não sei qual) o qual da acesso a um dos canais mais famosos do mundo que serve de transição para os dois Oceanos, Atlântico e Pacífico. A aterrisagem do avião é em um local despovoado da capital panamenha, não tem absolutamente nada, somente mato, aliás árvores altas que assemelham a paisagem da Amazônia. A cidade está localizada à beira da praia com altos prédios e casas mais baixas. Chegando ao aeroporto uma grande surpresa. Uma excelente estrutura, talvez um dos melhores que já vi. O local é somente dominado por uma cia. aérea, a Copa Airlines e alguns aviões da Continental, sua parceira, voando claro para os Estados Unidos. É muito grande, cerca de 40 portões de estacionamento de aeronaves e diversos vôos saindo para todos os lugares das Américas ao mesmo tempo, ou seja, o verdadeiro coração de nosso continente.

Incrível notar que Panamá é porto vlivre, não tem impostos, por isso a quantidade de lojas no saguão de embarque é enorme. Diversos eletrônicos , lojas de bebidas, chocolaterias e até uma sapatos à preço de custo. Podemos dizer que é um shopping, muito maior que o dos brasileiros.

Depois segui viagem até a segunda cidade mais importante do Equador, Guayaquil, com cerca de 2 milhões e meio de pessoas. O aeroporto muito bom, tudo novo e logo encontro com o referre do evento, o brasileiro Roberto Brownie da Veiga que elogia a reforma local já que anos atrás, diz ele, o local parecia uma rodoviária de uma pobre cidade brasileira.

Pouco tempo depois mais etapa da jornada, o caminho, enfim até Salinas. Transporte do evento com toda a equpe de imprensa, falando muita "asneira" e um clima muito divertido, todos simpáticos. Mais duas horas na estrada até a chegada. Por completo foram mais de 12 horas até o destino final.

Ainda não deu para conhecer bem a cidade, mas sim o clube onde escrevo essa coluna, muito bom aliás, bem montado e com excelente vista para o mar e três quadras com pintura nova para receber os tenistas.

Depois da saga de chegar até Salinas vamos trabalhar neste sábado com o primeiro dia do quali. Temos mais um brasileiro na chave, Franco Ferreiro. Ao todo são sete brazucas podendo até ter mais. Desejo sorte para Lucas Engel e Alexandre Simoni que tentam vaga.

Só pra lembrar, Bernardes, aposta paga. Não deu para comprar a do Palmeiras mas como haviamos recombinado, a camisa da seleção do Equador já está em mãos. Faça bom proveito.
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