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Takahashi será o nosso representante da fisioterapia no Brasil Open

Quarta, 31 de janeiro 2007 às 12:41:15 AMT

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Ricardo Takahashi
Ricardo Takahashi, fisioterapeuta formado há 6 anos, vai trabalhar pelo sétimo ano consecutivo no Brasil Open, maior torneio de tênis do país que distribuirá US$ 431 mil em prêmios e será jogado sobre o piso de saibro das quadras da Costa do Sauípe, Bahia. Ele viaja no dia 9 de fevereiro.

Takahashi, que trabalha também com o time brasileiro da Copa Davis, será um dos responsáveis pelo atendimento dos jogadores na sala de fisioterapia onde ficará a disposição dos jogadores no período dos jogos desde os jogos do qualifying, a partir do dia 10, até a final, no dia 18, um Domingo. Além de Ricardo, fisioterapeuta indicado pela Koch Tavares, organizadora do evento, haverá mais um outro fisioterapeuta da ATP que acompanha os torneios ATP e Grand Slams pelo mundo e o médico e amigo Samir Daher. “Como é o único ATP no Brasil, é uma oportunidade de trocar experiências, fazer levantamento estatístico sobre lesões e compará-los com os trabalhos que temos com o circuito juvenil. Fazemos atendimento ambulatorial e em quadra. É claro que a estrutura é bem melhor e há disponibilidade de material específico para atendimento aos tenistas como bandagem funcional, curativo especial para bolhas, entre outros.

Existe um regulamento da ATP de que o atendimento se inicia somente 1 hora antes do começo da primeira rodada e se caso tiver algum atleta mais comprometido, o mesmo poderá agendar um horário mais cedo”, conta Ricardo Takahashi.

A experiência de Takahashi no Sauípe é grande. Nos seis anos trabalhando no local ele já teve a oportunidade de atender, em quadra, a jogadores como Carlos Moya, ex-número 1 do mundo e campeão de Roland Garros em 1998: “Em relação ao conhecimento técnico e científico não tem diferença nenhuma com os fisioterapeutas de outros países, somos até melhores. Existem alguns procedimentos de atendimento específico em esporte que podemos utilizar aqui, mas existe a falta de disponibilidade de material adequado”, disse o fisioterapeuta que deseja utilizar toda essa bagagem para criar um curso específico no futuro: “Todas essas experiências no circuito serão transformadas em curso e existe um projeto de treinar fisioterapeutas interessados em trabalhar com esportes em toda a América Latina”.

Ricardo é especialista em "O Aparelho Locomotor no Esporte” - Unifesp, e diretor-sócio do portal www.fisioesporte.com.br, responsável pelo departamento de fisioterapia da equipe de tênis da academia Tênis e Cia e THK, ele tem uma vasta experiência em diversos torneios importantes como circuito juvenil Banco do Brasil, Banana Bowl, Orange Bowl (maior torneio juvenil do mundo depois dos Grand Slams) , equipe brasileira da Federation Cup 2006 (a Davis feminina), Copa Davis 2004, 2005 e 2006.

Fonte: Gallas Press
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