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Tênis Universitário - Rosa, Cubas, Delsin e Cressoni embarcam para os EUA

Sábado, 16 de dezembro 2006 às 16:00:00 AMT

Link Curto:

Bruno Rosa III
Eles já estão praticamente de malas prontas para embarcar para os EUA em janeiro de 2007, quando começam a cursar uma universidade nos EUA com bolsa de estudos enquanto representam suas equipes na liga universitária de tênis. Mauricio Cabrini, Coordenador de Tênis do Daquiprafora, bateu um papo com os tenistas Bruno Rosa, Diego Cubas, Ivan Cressoni e Renan Delsin, que a partir de janeiro começam uma nova vida nos EUA. Veja as melhores partes da conversa.

Para começar, me falem para onde cada um de vocês está indo em janeiro:
Bruno: Estou indo para a Rice University, que fica em Houston, no Texas
Diego e Ivan: Nós estamos indo para a University of South Carolina, na Carolina do Sul, a mesma onde estão o Pedro Frade e o Pedro Campos.
Renan: Estou indo para a Califórnia, para a University of the Pacific.



Diego Cubas

Como e quando surgiu a idéia de jogar tênis universitário? Vocês já tinham pensado nisso antes? Bruno: Sempre tive a vontade de estudar, de fazer uma universidade, independente de estar bem no tênis ou não, isso mais cedo ou mais tarde ia acontecer, e achei que a hora era agora, de aproveitar meu tênis e usá-lo pra ir estudar numa boa universidade nos EUA.
Ivan: Acho que é uma ótima oportunidade de poder continuar jogando tênis, sendo que quando sair da universidade vou ser jovem ainda para entrar no circuito em tempo integral. Estarei bem mais preparado.
Renan: Jogar tênis universitário foi uma idéia que eu sempre tive como opção e agora senti que é a hora de ir para os EUA, uma oportunidade muito boa surgiu e vale a pena agarrar para aproveitar.

Vocês acham que demoraram a tomar tal decisão? Como foi o apoio da família e amigos ao tomar a decisão?
Ivan: Meus pais foram as primeiras pessoas a me incentivar, e todo mundo que eu converso sobre isso (técnicos principalmente), acha que é a melhor opção que eu estou fazendo, porque aqui no Brasil não teria condições de jogar e estudar em uma universidade do mesmo nível da que eu estou indo nos EUA.
Diego: Eu comecei a pensar mais sério nessa idéia esse ano e optei pelo tênis universitário porque é um nível muito legal para continuar treinando firme e também para obter um diploma para ficar mais tranqüilo em relação ao meu futuro. O tênis é de alto nível lá e poderei continuar jogando torneios e treinando forte. Poderei estudar sem atrapalhar meu tênis.
Bruno: Minha vontade de estudar vem de família, eles sempre me apoiaram a estudar, por isso eles aceitaram e apoiaram minha decisão, não acredito que tenha sido tarde, definitivamente, me dei a oportunidade de jogar por alguns anos e ainda estou tendo a oportunidade de ir pra uma boa universidade para continuar jogando.

Renan Delsin

Como foi a escolha do local? Foi difícil escolher?
Renan: Eu sempre tive em mente morar ou na Califórnia ou na Florida, que eu acredito que sejam os melhores estados e tem as universidades mais fortes no tênis. A ajuda do pessoal do Daquiprafora na busca pelas melhores opções foi muito importante e optei pela Califórnia.
Bruno: Sim, tem que se levar em consideração muitos fatores, clima, nível de tênis, nível acadêmico, localização. Tive opções boas em cada um dos fatores que mencionei. Achei que a que estou indo se equilibra bem quando eu ponho os fatores na balança e foi por isso que resolvi ir pra Rice.
Ivan: Não foi muito difícil porque o pessoal do Daquiprafora me direcionou para as melhores opções, eu estava sem muitas informações e eles cuidaram de tudo para eu ter uma excelente bolsa na South Carolina, onde já tem vários brasileiros.

Quais são seus planos para sua nova carreira nos EUA em relação ao circuito profissional? Vocês planejam jogar futures e challengers durante as férias da universidade?
Bruno: Sim, nas férias vou ter tempo pra jogar torneios profissionais e isso é ótimo. O ritmo não pára, há muitos torneios lá e isso torna mais fácil de se fazer um calendário bom, mesmo com muitas atividades durante o ano. A idéia é continuar a crescer no tênis, e depois de formado continuar jogando.
Diego: Com certeza planejo jogar torneios nas férias e também durante o ano, o que dá para fazer mesmo durante o ano letivo nos EUA. Ainda quero jogar muito tênis! Depois de formado quero jogar mais e vou me preparar nestes 4 anos nos EUA para seguir no circuito depois.

Ivan Cressoni

Vocês poderiam mencionar outros jogadores da sua geração que estiveram entre os melhores juvenis do mundo e hoje estão nos EUA, e o que eles falam sobre isso?
Diego: Na minha universidade tem o Jaime Cuellar.
Bruno: Tem o Luis Flores do México, que foi muito bom juvenil, o Alexander Skypko, Mathew Brown e Ytai Abougzir, todos ótimos juvenis que hoje estão nos EUA em faculdades de ponta.
Renan: Tem o Greg Oulette, que agora joga na Univ. of Florida e o Ryan Sweeting também.

Como vocês acham que esta experiência nos EUA pode ajudar vocês? (no tênis e como pessoas, no crescimento profissional)
Ivan: Acho que isso pode ajudar muito ainda mais que poucas pessoas têm oportunidades como esta, e temos que aproveitá-las de todas as formas, a pior coisa que pode acontecer é voltar de lá falando inglês perfeitamente. A experiência será completa em todos os sentidos.
Diego: Acho que muito mais em experiência de vida. No tênis em termos de jogar um circuito diferente no qual não estamos acostumados e em quadras rápidas, que no Brasil não é muito comum. Assim podemos crescer como tenistas.
Bruno: No tênis, acho que jogarmos em um nível alto o ano todo acaba sempre fazendo bem para nós, ainda mais com a pressão de representar a universidade e ter bons resultados. Aprender a ser auto-crítico e tomar as decisões sozinho vai ajudar tanto na quadra quanto como pessoas...morar fora por alguns anos nos dá maturidade para saber o que nos faz melhor.
Renan: Acho que vai ser uma excelente experiência, vou me manter jogando tênis num alto nível e vou ter a chance de ter um diploma de uma excelente universidade.

Por que buscaram ajuda do Daquiprafora? Como te ajudaram?
Ivan: Sem eles não seríamos nada, eu mandava uns 100.000 e-mails por dia e eles sempre me ajudavam, com o apoio deles fiquei muito tranqüilo. Eles me ajudaram em tudo desde o primeiro momento sempre super atenciosos, por mais que eu os atormentei com um milhão de e-mails!
Bruno: O Daquiprafora foi fundamental, não é somente o fato de conseguir bolsa, é também o fato de falar com pessoas que entendem o que você está buscando, atletas que já tiveram no mesmo lugar onde a gente está hoje. Eles nos entendem e assim podem nos ajudar a conseguir o que queremos.
Renan: Eu busquei porque acredito que o Daquiprafora é a melhor empresa no ramo e com certeza facilitou muito as coisas, fazendo contato com a universidade, resolvendo a parte burocrática e me auxiliando em tudo que fosse necessário. Já conhecia o pessoal há bastante tempo e tinha confiança neles.

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