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Giraldo, Seppi e Kremer receberão o prêmio 'Compromisso' da Copa Davis

Terça, 03 de março 2015 às 10:17:12 AMT

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Tênis Profissional

O número um da Colômbia, Santiago Giraldo, e os atuais número dois de Itália e Luxemburgo, respectivamente Andreas Seppi e Gilles Kremer receberão o prêmio 'Compromisso' dado pela ITF em reconhecimento a dedicação à Copa Davis.

 

Foto: Marcelo Zambrana



Giraldo, Seppi e Kremer foram os escolhidos pela ITF para serem homenageados no próximo final semana, curiosamente quando os três estão convocados para defender novamente as cores de seus países.

 

32º do ranking da ATP, Santiago Giraldo fez parte do time que levou a Colômbia ao Grupo Mundial na edição 2014, depois de passar por todo o processo do Grupo I das Américas. Giraldo fez sua estreia na competição entre países mais importante do tênis masculino contra o Uruguai em 2006 e curiosamente será homenageado contra o mesmo rival.

 

O italiano Andreas Seppi, 35º do ranking da ATP, será homenageado fora de casa, em Astana, no Cazaquistão. O italiano estreou na competição em 2004 num confronto contra a Geórgia pelo zonal do Grupo II Europa/África. Seppi foi peça importante na campanha que levou a Itália à semifinal do torneio na edição passada.

 

A Itália inclusive tem Nicola Pietrangeli como o jogador que mais competiu séries no sistema mata-mata da história da Copa Davis, com 66 convocações.

 

Aos 33 anos, Gilles Kremer disputará sua 28ª eliminatória por Luxemburgo contra Madagasgar em casa.

 

Sobre o Prêmio

 

O "Prêmio Compromisso" foi criado pela Federação Internacional de Tênis, a ITF, para celebrar o centenário da Copa Davis em 2013 com o intuito de premiar e homenagear jogadores que ao largo de sua história e carreira, dedicaram-se, também, a defender seus país em todos os níveis de classificação da competição.

 

Para ser premiado o jogador precisa preencher determinados requisitos. Dentre eles, ter disputado mais 20 eliminatórias no formato em que o torneio é jogado hoje, em mata-mata, ou 50 participações, dos anos 1970 para trás, quando a competição era realizada em sistema de grupos por hexagonal.

 

Pelo Brasil, Gustavo Kuerten, Carlos Alberto Kirmayr, Tomas Koch, Cassio Motta, Luiz Mattar, Jaime Oncins e José Edison Mandarino já receberam este prêmio.

 

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