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Teste de DNA pode inocentar juíza do US Open da acusação de assassinato

Sexta, 09 de novembro 2012 às 16:53:08 AMT

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Em agosto deste ano, alguns dias antes do inicio das disputas da chave principal do US Open, a juíza de linha Lois Goodman, 70 anos, foi presa já nas dependências de Flushing Medeaws sob a acusação de ter assassinado seu marido, Alan Goodman, de 80 anos.

O advogado da juíza, Robert Sheahen, disse à Agência Reuters que os resultados de um teste de DNA feito na caneca de café - objeto apontado inicialmente pela perícia como arma do crime - tiram sua cliente da cena do crime, já que nela não há um traço sequer do DNA da acusada.

"O DNA na xícara voltou unicamente para o marido, o que apoia nossa teoria de que ele estava segurando a caneca e então caiu sob ela e que os cacos dela acabaram perfurando o lado direito de sua cabeça", explicou o advogado que usará o teste como prova da defesa.

A polícia de Los Angeles, onde a juíza mora e teria acontecido o crime, sustentava a hipótese do marido ter sofrido um infarto e ao contrário de socorrê-lo Lois teria lhe desferido golpes na cabeça até que ele chegasse a óbito. Tudo porque a juíza contactou a polícia local, afimando ter chegado em casa e encontrado o marido morto e a casa sem sinais de arrombamento, o que pareceu suspeito para os investigadores.

Lois, que está em prisão domiciliar até o julgamento, afirmou a polícia que acreditava que o marido tivesse sofrido um ataque e caído da escada da residência, o que ficou provado que não aconteceu, através da perícia da escada.

O julgamento de Lois será iniciado em sete de dezembro na Califórnia. Caso seja inocentada, a juíza poderá voltar a exercer sua atividade no circuito profissional.
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