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Perfil Nicole Vaidisova - A bela que ainda por cima joga muito

Terça, 08 de agosto 2006 às 08:00:00 AMT

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Nicole Vaidisova II
Data de nascimento: 23 de abril de 1989 Cidade Natal: Nuremberg, Alemanha Residência: Praga, República Tcheca Altura: 1,83m Peso: 63 kg Empunhadura: destra Ano de profissionalização: 2003 Melhor ranking: 12ª (10 de julho de 2006) Títulos de simples: 6 (4 da WTA e 2 da ITF)

A alemã, naturalizada tcheca, Nicole Vaidisova arranca suspiros de muito marmanjo não apenas por sua beleza. Jovem revelação de 17 anos, Vaidisova vem provando, torneio após torneio, que talento é outra virtude que Deus lhe deu. O relacionamento de Vaidisova com o tênis começou aos seis anos, incentivada pela mãe, Riana. Treinada até hoje pelo padrasto, Alex Kodat, essa musa tcheca é um dos muitos talentos lapidados pela conceituadíssima Academia Nick Bollettieri, nos EUA.

Desde sua recente época de juvenil Vaidisova vem acumulando bons resultados. Em 2003, pouco antes de sua profissionalização, venceu o Orange Bowl, um dos mais difíceis torneios na categoria juvenil.

No ano seguinte, a filha de Riana Vaidisova foi finalista em simples e duplas no Aberto da Austrália, ainda como juvenil.

Se antes de se profissionalizar Vaidisova conquistou algumas proezas, ela continuou nessa doce rotina. Isso porque a bela debutou no circuito profissional conquistando o Torneio de Plzen (da ITF, de menor expressão), na República Tcheca, em 2003.

Dona de um dos saques mais potentes do circuito (chegou a sacar a 115mph há dois anos), Vaidisova só fez aumentar sua coleção de troféus, como profissional.

Em 2004, a tcheca fez ainda mais bonito (desculpem-me pela redundância). A começar pelo título do ITF de Columbus (EUA), no início da temporada. Em Vancouver, no Canadá, tornou-se, aos 15 anos, três meses e 23 dias, a sexta mais jovem tenista da história a vencer um torneio profisional da WTA. Nessa mesma competição, a musa tcheca tornou-se a jogadora com o mais baixo ranking (180º) e a segunda qualifyer a vencer um torneio naquela temporada. Outro impressionante feito de Vaidisova em Vancouver naquela ocasião foi ter derrotado quatro das cinco primeiras cabeças-de-chave.

Não satisfeita, a alemã naturalizada tcheca seguiu fazendo fila pelo mundo afora. Ainda em 2004, faturou, em Tashkent, no Uzbequistão, mais um torneio. No dia 18 de outubro, entrou (para nunca mais sair) no grupo das top-100.

Nesse mesmo ano, debutou em Grand Slam no US Open. Seu azar foi ter enfrentado, logo na estréia, a belga Justine Henin-Hardenne, que venceu o duelo por 2 a 0 (6-1 e 6-4). Ainda assim, Vaidisova, que terminou a temporada na 77ª colocação, chegou a liderar a segunda parcial por 4 a 1.

A meteórica ascensão continuou em 2005 (ano em que ela terminou em 15º). Campeã em Seul, Tóquio e Bangcoc, Vaidisova venceu suas duas primeiras partidas em Grand Slam no Aberto da Austrália (a venezuelana Maria Vento Kabchi e, depois, a croata Jelena Jankovic). Em Roland Garros, chegou à segunda rodada, ganhou dois jogos em Wimbledon e três no US Open.

Seus bons resultados em Grand Slam na temporada anterior deram um gás a mais a musa tcheca em 2006. Tanto que, neste ano, ela, que foi campeã em Estrasburgo, chegou à quarta rodada no Australian Open e em Wimbledon, além de ter sido semifinalista em Roland Garros. Com tantas façanhas, Vaidisova está prestes a entrar, pela primeira vez na carreira, no seleto grupo das top-10.

Torcida, com certeza, é o que não vai faltar para ela
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