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Sorgi, Marcondes, Boscardin e Ribeiro garantem vagas em challengers

Quarta, 29 de janeiro 2020 às 13:01:29 AMT

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Tênis Profissional

Florianópolis foi palco até esta quarta-feira (29) de quatro etapas do CNIP (Campeonato Nacional de Incentivo ao Profissionalismo). Os eventos distribuíram vagas de wild card em dois torneios de nível Challenger que serão realizados no Brasil no primeiro semestre: em Olímpia (SP) e em Florianópolis (SC).



Para o Challenger de Olímpia, Igor Marcondes ficou com a primeira vaga ao vencer a final do CNIP 1 contra Eduardo Ribeiro, por 7/5 e 3/1 (desistência). No CNIP 2, Eduardo Ribeiro se recuperou e venceu a final contra Gustavo Levandoski por 6/3, 2/6 e 6/2, ficando com a segunda vaga no torneio em São Paulo.
No CNIP 3, valendo vaga para o Challenger de Florianópolis (entre 6 e 12 de abril), Eduardo Ribeiro voltou a mais uma decisão, perdendo para João Sorgi por 6/3 e 6/4, que ficou com a vaga. O último wild card foi para Pedro Boscardin, que superou Eduardo Ribeiro na final do CNIP 4 por 6/3 e 6/1, e confirmou presença no evento em Florianópolis.
Número 27 no ranking juvenil da ITF, Pedro Boscardin atravessa um grande início de ano e agora viaja ainda mais confiante para a disputa do Brasil Juniors Cup, em Porto Alegre, e para o Banana Bowl, em Criciúma.
"Jogar o CNIP é uma grande oportunidade para quem está no Brasil, para quem está lutando para começar a jogar os Challengers, para quem está em transição do juvenil. É um torneio muito legal e estou bem feliz por ter ficado com a vaga para o Challenger de Florianópolis. O ano começou muito bem, fiz uma boa pré-temporada, treinando muito focado e os frutos estão começando a vim. Espero continuar assim", destacou o jovem de 17 anos.
Finalista das quatro etapas do CNIP, Eduardo Ribeiro também comemorou o fato de ter conseguido a vaga para o Challenger de Olímpia e enalteceu a iniciativa da Confederação Brasileira de Tênis em promover torneios valendo wild cards para competições deste nível.
"Essa é uma oportunidade muito boa, principalmente para nós que não temos um ranking muito bom e acabamos não conseguindo entrar nos Challengers. A CBT deu essa oportunidade para nós jogarmos o CNIP e entrar no Challenger, que era algo que eu queria muito. Foi um dos únicos que jogou os quatro CNIPs, tentei de tudo e estou muito feliz pelo desempenho. Agora, vamos seguir trabalhando", ressaltou Eduardo.